<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de Tributário - C Moreno</title>
	<atom:link href="https://cmoreno.com.br/category/tributario-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://cmoreno.com.br/category/tributario-2/</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 25 Aug 2025 20:33:13 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://cmoreno.com.br/wp-content/uploads/2025/08/cropped-FAV-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de Tributário - C Moreno</title>
	<link>https://cmoreno.com.br/category/tributario-2/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Regulamentada a Atualização de Depósitos Judiciais Federais pelo IPCA</title>
		<link>https://cmoreno.com.br/regulamentada-a-atualizacao-de-depositos-judiciais-federais-pelo-ipca/</link>
					<comments>https://cmoreno.com.br/regulamentada-a-atualizacao-de-depositos-judiciais-federais-pelo-ipca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cesar Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 15:20:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://kumagai.com.br/homologa-cmoreno/regulamentada-a-atualizacao-de-depositos-judiciais-federais-pelo-ipca/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Finalmente, a atualização dos depósitos judiciais federais pelo IPCA foi regulamentada, a qual entrará em vigor a partir de01/01/2026. A...</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/regulamentada-a-atualizacao-de-depositos-judiciais-federais-pelo-ipca/">Regulamentada a Atualização de Depósitos Judiciais Federais pelo IPCA</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente, a atualização dos depósitos judiciais federais pelo IPCA foi regulamentada, a qual entrará em vigor a partir de01/01/2026. A modificação foi alvo da Lei nº 14.973/2024.</p>
<p>De acordo com a Portaria MF nº 1.40/2025, do Ministério da Fazenda, todos os depósitos federais, judiciais ou administrativos, inclusive criminais, deverão observar as novas regras para atualização a partir do momento em que a portaria entrar em vigor.</p>
<p>Referida Portaria estabelece uma norma de transição, de forma que coexistirão duas formas de atualização distintas:</p>
<p>para os depósitos existentes atualmente, e para aqueles a serem realizados até 31/12/2025, a atualização será feita com base na taxa Selic até o momento do levantamento ou conversão em renda para a União;</p>
<p>para os depósitos realizados a partir de 01/01/2026, será aplicada a atualização pelo IPCA até o momento da atualização ou conversão em renda.</p>
<p>Para os contribuintes que realizem depósito judicial ou administrativo em caso de discussão de tributos, a conversão em renda implicará em recolhimento adicional, na medida em que o IPCA é inferior à taxa Selic.</p>
<p>Por outro lado, os contribuinte receberão menos quando conseguirem repetição de indébito.</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/regulamentada-a-atualizacao-de-depositos-judiciais-federais-pelo-ipca/">Regulamentada a Atualização de Depósitos Judiciais Federais pelo IPCA</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmoreno.com.br/regulamentada-a-atualizacao-de-depositos-judiciais-federais-pelo-ipca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Recebimento de seguro por empresa não gera pagamento de tributos federais</title>
		<link>https://cmoreno.com.br/recebimento-de-seguro-por-empresa-nao-gera-pagamento-de-tributos-federais/</link>
					<comments>https://cmoreno.com.br/recebimento-de-seguro-por-empresa-nao-gera-pagamento-de-tributos-federais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cesar Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 15:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://kumagai.com.br/homologa-cmoreno/recebimento-de-seguro-por-empresa-nao-gera-pagamento-de-tributos-federais/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Empresas que recebem indenização do seguro por perda de bens do seu patrimônio — como no caso de sinistros com...</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/recebimento-de-seguro-por-empresa-nao-gera-pagamento-de-tributos-federais/">Recebimento de seguro por empresa não gera pagamento de tributos federais</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Empresas que recebem indenização do seguro por perda de bens do seu patrimônio — como no caso de sinistros com veículos — não precisam pagar IRPJ, CSLL, PIS ou COFINS sobre esses valores. Essa foi a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no julgamento do AgInt no REsp 2.140.074-SP.</p>
<p>O caso envolvia uma locadora de veículos que recebeu indenização do seguro após acidentes com automóveis da sua frota. A dúvida era: esses valores precisam ser tributados como se fossem receita da empresa? A resposta do STJ foi</p>
<p>não.</p>
<p>Segundo o Tribunal, a indenização paga pela seguradora não representa lucro, ganho ou faturamento. Trata-se apenas de uma recomposição patrimonial — ou seja, um ressarcimento da perda sofrida. Por isso, não há incidência de IRPJ e CSLL, pois não existe aumento real do patrimônio da empresa, como exige a lei.</p>
<p>Além disso, o STJ também entendeu que esse tipo de indenização não se enquadra como receita para fins tributários. Por isso, também não deve compor a base de cálculo do PIS e da COFINS.</p>
<p>Ainda que, na contabilidade, esses valores possam ser lançados como “receita”, o direito tributário tem suas próprias regras, e a classificação contábil não determina sozinha se um valor será ou não tributado.</p>
<p>Embora o tema não seja novo, a decisão constitui importante precedente favorável aos contribuintes, na medida em que afasta o ímpeto do Fisco de tributar todo e qualquer valor recebido pelo simples fato de sua denominação contábil ser de “receita”, para reconhecer que somente será receita, passível de tributação, se atender aos demais preceitos e princípios tributários.</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/recebimento-de-seguro-por-empresa-nao-gera-pagamento-de-tributos-federais/">Recebimento de seguro por empresa não gera pagamento de tributos federais</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmoreno.com.br/recebimento-de-seguro-por-empresa-nao-gera-pagamento-de-tributos-federais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Holding Imobiliária: Fisco Pode Revisar o Valor Patrimonial para Cálculo do ITCMD</title>
		<link>https://cmoreno.com.br/holding-imobiliaria-fisco-pode-revisar-o-valor-patrimonial-para-calculo-do-itcmd/</link>
					<comments>https://cmoreno.com.br/holding-imobiliaria-fisco-pode-revisar-o-valor-patrimonial-para-calculo-do-itcmd/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cesar Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 15:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para você]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://kumagai.com.br/homologa-cmoreno/holding-imobiliaria-fisco-pode-revisar-o-valor-patrimonial-para-calculo-do-itcmd/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quando alguém falece e deixa bens para seus herdeiros, é preciso pagar um imposto estadual chamado ITMCD (Imposto sobre Transmissão...</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/holding-imobiliaria-fisco-pode-revisar-o-valor-patrimonial-para-calculo-do-itcmd/">Holding Imobiliária: Fisco Pode Revisar o Valor Patrimonial para Cálculo do ITCMD</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando alguém falece e deixa bens para seus herdeiros, é preciso pagar um imposto estadual chamado ITMCD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doações). Esse tributo é cobrado sobre o valor dos bens transmitidos, como imóveis, dinheiro, ações ou quotas de empresas.</p>
<p>Em decisão recente (REsp 2.139.412-MT), o Superior Tribunal de Justiça (STJ)</p>
<p>entendeu que o Fisco pode desconsiderar o valor declarado pelo contribuinte se ele não corresponder ao valor real de mercado dos imóveis.</p>
<p>A discussão envolvia um caso em que os bens deixados em herança estavam dentro de uma empresa, e os imóveis foram usados para compor o capital social da sociedade. Na declaração do imposto, os herdeiros usaram o valor patrimonial das quotas da empresa (calculado com base no patrimônio líquido da sociedade) para apurar o ITMCD.</p>
<p>O STJ, porém, afirmou que isso não é suficiente. A lei (art. 38 do Código Tributário Nacional) determina que o imposto deve ser calculado com base no valor de mercado dos bens, e não apenas no valor contábil das quotas da empresa.</p>
<p>Ou seja: se o capital social foi formado por imóveis, é preciso avaliar esses imóveis individualmente e com base em seus valores reais na data da transmissão. O simples uso de números contábeis pode subestimar o valor do patrimônio e, por consequência, reduzir o imposto indevidamente.</p>
<p>Essa decisão reforça que o Fisco pode revisar o valor informado pelos contribuintes, exigindo a apuração correta da base de cálculo. O objetivo é evitar que heranças sejam declaradas com valores artificialmente baixos, o que impactaria diretamente a arrecadação tributária.</p>
<p>Trata-se de precedente que gera considerável nível de insegurança jurídica, na medida em que ignora por completo a existência de outras normas legais aplicáveis à sociedade (e.g. os critérios para contabilização dos bens recebidos pela sociedade em contribuição de capital), e aos sócios (livre escolha para que os sócios pessoas físicas definam se adotarão o custo histórico ou o valor de mercado dos bens, quando do momento da integralização do capital da empresa).</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/holding-imobiliaria-fisco-pode-revisar-o-valor-patrimonial-para-calculo-do-itcmd/">Holding Imobiliária: Fisco Pode Revisar o Valor Patrimonial para Cálculo do ITCMD</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmoreno.com.br/holding-imobiliaria-fisco-pode-revisar-o-valor-patrimonial-para-calculo-do-itcmd/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Compensação Previdenciária: STJ Mantém Vedação à quitação de débitos após eSocial com créditos de períodos anteriores ao sistema</title>
		<link>https://cmoreno.com.br/compensacao-previdenciaria-stj-mantem-vedacao-a-quitacao-de-debitos-apos-esocial-com-creditos-de-periodos-anteriores-ao-sistema/</link>
					<comments>https://cmoreno.com.br/compensacao-previdenciaria-stj-mantem-vedacao-a-quitacao-de-debitos-apos-esocial-com-creditos-de-periodos-anteriores-ao-sistema/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cesar Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 15:17:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://kumagai.com.br/homologa-cmoreno/compensacao-previdenciaria-stj-mantem-vedacao-a-quitacao-de-debitos-apos-esocial-com-creditos-de-periodos-anteriores-ao-sistema/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A compensação tributária é uma forma de o contribuinte usar créditos que possui com o Fisco para quitar tributos que...</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/compensacao-previdenciaria-stj-mantem-vedacao-a-quitacao-de-debitos-apos-esocial-com-creditos-de-periodos-anteriores-ao-sistema/">Compensação Previdenciária: STJ Mantém Vedação à quitação de débitos após eSocial com créditos de períodos anteriores ao sistema</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A compensação tributária é uma forma de o contribuinte usar créditos que possui com o Fisco para quitar tributos que deve. Apesar de parecer simples, esse procedimento tem regras específicas e limites definidos por lei.</p>
<p>Recentemente, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que não é permitido compensar débitos previdenciários com créditos apurados antes da implantação do eSocial. Essa decisão foi tomada no julgamento do REsp 2.109.311-RJ.</p>
<p>Na prática, isso significa que quem tem débitos de INSS não pode usar créditos antigos — obtidos antes da vigência do eSocial — para fazer a compensação. Isso é o que se chama de “compensação cruzada”, vedada pelo art. 26-A da Lei nº 11.457/2007.</p>
<p>O motivo é que a legislação exige que a compensação respeite regras rígidas, inclusive quanto ao momento em que o crédito foi gerado. O STJ entendeu que o termo “período de apuração” se refere à data em que o tributo foi gerado (e não ao momento em que o crédito foi reconhecido judicialmente).</p>
<p>Portanto, se o crédito foi reconhecido judicialmente, mas se refere a tributo apurado antes do eSocial, ele não pode ser usado para quitar débitos previdenciários atuais.</p>
<p>Trata-se de entendimento bastante prejudicial aos contribuintes, e que pode dificultar a devolução dos valores pagos indevidamente (e.g. obrigando os contribuintes a aguardar o pagamento de precatórios).</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/compensacao-previdenciaria-stj-mantem-vedacao-a-quitacao-de-debitos-apos-esocial-com-creditos-de-periodos-anteriores-ao-sistema/">Compensação Previdenciária: STJ Mantém Vedação à quitação de débitos após eSocial com créditos de períodos anteriores ao sistema</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmoreno.com.br/compensacao-previdenciaria-stj-mantem-vedacao-a-quitacao-de-debitos-apos-esocial-com-creditos-de-periodos-anteriores-ao-sistema/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PDL 314/2025: Câmara acelera tramitação, mas exigências do novo decreto do IOF seguem válidas</title>
		<link>https://cmoreno.com.br/pdl-314-2025-camara-acelera-tramitacao-mas-exigencias-do-novo-decreto-do-iof-seguem-validas/</link>
					<comments>https://cmoreno.com.br/pdl-314-2025-camara-acelera-tramitacao-mas-exigencias-do-novo-decreto-do-iof-seguem-validas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cesar Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 02:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://kumagai.com.br/homologa-cmoreno/pdl-314-2025-camara-acelera-tramitacao-mas-exigencias-do-novo-decreto-do-iof-seguem-validas/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o PDL 314/2025, que busca sustar os efeitos do Decreto...</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/pdl-314-2025-camara-acelera-tramitacao-mas-exigencias-do-novo-decreto-do-iof-seguem-validas/">PDL 314/2025: Câmara acelera tramitação, mas exigências do novo decreto do IOF seguem válidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para o PDL 314/2025, que busca sustar os efeitos do Decreto nº 12.499/2025, responsável pelo recente aumento das alíquotas do IOF.</p>
<p>O projeto ainda será votado pela própria Câmara e, se aprovado, seguirá para o Senado. Ou seja, o trâmite legislativo está em curso, e nada muda até que o PDL seja definitivamente aprovado nas duas casas.</p>
<p>Enquanto isso, permanecem válidas todas as exigências do decreto, inclusive a nova incidência do IOF sobre operações de risco sacado, à alíquota de 0,0082% ao dia.</p>
<p>Esse ponto tem gerado controvérsia. O risco sacado — operação de antecipação de recebíveis — não se enquadra, tecnicamente, como operação de crédito, o que levanta dúvidas sobre a constitucionalidade da cobrança.</p>
<p>Além disso, a própria Receita Federal já reconheceu, em diversas manifestações, que a cessão de créditos sem coobrigação não configura fato gerador do IOF.</p>
<p>Com esse cenário, há espaço para discutir judicialmente a exigência do IOF sobre o risco sacado, sobretudo à luz do princípio da legalidade e dos limites da competência tributária da União.</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/pdl-314-2025-camara-acelera-tramitacao-mas-exigencias-do-novo-decreto-do-iof-seguem-validas/">PDL 314/2025: Câmara acelera tramitação, mas exigências do novo decreto do IOF seguem válidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmoreno.com.br/pdl-314-2025-camara-acelera-tramitacao-mas-exigencias-do-novo-decreto-do-iof-seguem-validas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STJ Limita a 5 Anos o Prazo Para Contribuinte Compensar o Crédito Tributário</title>
		<link>https://cmoreno.com.br/stj-limita-a-5-anos-o-prazo-para-contribuinte-compensar-o-credito-tributario/</link>
					<comments>https://cmoreno.com.br/stj-limita-a-5-anos-o-prazo-para-contribuinte-compensar-o-credito-tributario/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cesar Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 02:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://kumagai.com.br/homologa-cmoreno/stj-limita-a-5-anos-o-prazo-para-contribuinte-compensar-o-credito-tributario/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ao julgar o REsp 2.178.201-RJ, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) proferiu acórdão segundo o qual o...</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/stj-limita-a-5-anos-o-prazo-para-contribuinte-compensar-o-credito-tributario/">STJ Limita a 5 Anos o Prazo Para Contribuinte Compensar o Crédito Tributário</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao julgar o REsp 2.178.201-RJ, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) proferiu acórdão segundo o qual o contribuinte possui prazo prescricional de 5 anos, a contar da decisão judicial, para utilizar os créditos tributários por meio da compensação.</p>
<p>Trata-se de uma nova abordagem ao art. 1º do Decreto nº 20.910/1932, que estabelece o prazo prescricional de 5 anos a contar da data do ato ou fato que der origem a dívida contra União, Estados ou Municípios.</p>
<p>Com base nessa nova interpretação, o STJ entendeu que o prazo prescricional iniciado no trânsito em julgado da decisão judicial deve ser respeitado a cada transmissão de PER/DCOMP, que constitui o ato através do qual o contribuinte materializa sua repetição de indébito. Em outras palavras, passado o prazo de 5 anos, o contribuinte não terá mais como instrumentalizar a repetição do indébito.</p>
<p>Isto pode trazer impacto significativo para o aproveitamento do crédito tributário obtido por contribuintes por meio decisões judiciais, especialmente porque a compensação depende diretamente da existência de tributo a ser liquidado por meio de tal modalidade.</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/stj-limita-a-5-anos-o-prazo-para-contribuinte-compensar-o-credito-tributario/">STJ Limita a 5 Anos o Prazo Para Contribuinte Compensar o Crédito Tributário</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmoreno.com.br/stj-limita-a-5-anos-o-prazo-para-contribuinte-compensar-o-credito-tributario/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Direito ao Crédito do Pis/Cofins Nas Aquisições de Combustíveis para Varejistas Será Decidido pelo Regime dos Repetitivos</title>
		<link>https://cmoreno.com.br/direito-ao-credito-do-pis-cofins-nas-aquisicoes-de-combustiveis-para-varejistas-sera-decidido-pelo-regime-dos-repetitivos/</link>
					<comments>https://cmoreno.com.br/direito-ao-credito-do-pis-cofins-nas-aquisicoes-de-combustiveis-para-varejistas-sera-decidido-pelo-regime-dos-repetitivos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cesar Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jun 2025 02:04:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://kumagai.com.br/homologa-cmoreno/direito-ao-credito-do-pis-cofins-nas-aquisicoes-de-combustiveis-para-varejistas-sera-decidido-pelo-regime-dos-repetitivos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça submeteu ao regime dos repetitivos (Tema 1339) a questão a ser decidida sobre o direito...</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/direito-ao-credito-do-pis-cofins-nas-aquisicoes-de-combustiveis-para-varejistas-sera-decidido-pelo-regime-dos-repetitivos/">Direito ao Crédito do Pis/Cofins Nas Aquisições de Combustíveis para Varejistas Será Decidido pelo Regime dos Repetitivos</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Superior Tribunal de Justiça submeteu ao regime dos repetitivos (Tema 1339) a questão a ser decidida sobre o direito dos comerciantes varejistas de combustíveis à manutenção dos créditos de Pis e Cofins no regime cumulativo, com base nas Leis Complementares 192/2022 e 194/2022.</p>
<p>Os comerciantes varejistas argumentam terem direito ao crédito decorrente da aquisição de combustíveis pelo fato de a LC 192/2022 ter instituído benefício fiscal de alíquota zero para Pis/Cofins, em razão do que todas as pessoas jurídicas que fazem parte da cadeia de comercialização de combustíveis passaram a ter direito à manutenção dos créditos até 31/12/2022, o que abrange os contribuintes submetidos ao regime monofásico de tributação.</p>
<p>A tese também defende que a Medida Provisória n. 1.118/2022 apenas excluiu os adquirentes finais dos produtos, tendo assegurado o benefício de alíquota zero para produtores e revendedores, e que as modificações trazidas pela LC 194/2022 (vedações ao aproveitamento dos créditos para o regime monofásico) somente produziriam efeitos após observada a anterioridade nonagesimal definida no art. 195, §6º, da CF/88.</p>
<p>Caberá aos contribuintes interessados acompanhar o desenrolar do Tema 1339.</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/direito-ao-credito-do-pis-cofins-nas-aquisicoes-de-combustiveis-para-varejistas-sera-decidido-pelo-regime-dos-repetitivos/">Direito ao Crédito do Pis/Cofins Nas Aquisições de Combustíveis para Varejistas Será Decidido pelo Regime dos Repetitivos</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmoreno.com.br/direito-ao-credito-do-pis-cofins-nas-aquisicoes-de-combustiveis-para-varejistas-sera-decidido-pelo-regime-dos-repetitivos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>STF julga se reduções no Reintegra devem respeitar anterioridade anual</title>
		<link>https://cmoreno.com.br/stf-julga-se-reducoes-no-reintegra-devem-respeitar-anterioridade-anual/</link>
					<comments>https://cmoreno.com.br/stf-julga-se-reducoes-no-reintegra-devem-respeitar-anterioridade-anual/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cesar Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 01:49:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://kumagai.com.br/homologa-cmoreno/stf-julga-se-reducoes-no-reintegra-devem-respeitar-anterioridade-anual/</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal iniciou julgamento, com repercussão geral, para decidir se a redução das alíquotas do Reintegra — regime...</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/stf-julga-se-reducoes-no-reintegra-devem-respeitar-anterioridade-anual/">STF julga se reduções no Reintegra devem respeitar anterioridade anual</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal iniciou julgamento, com repercussão geral, para decidir se a redução das alíquotas do Reintegra — regime que devolve parte da carga tributária aos exportadores — deve observar o princípio da anterioridade anual (vigência apenas no exercício seguinte), ou apenas a anterioridade nonagesimal (90 dias após a publicação da norma).</p>
<p>O relator, ministro Cristiano Zanin, votou pela aplicação da anterioridade de 90 dias. Já o ministro Edson Fachin defendeu que se aplicam as duas anterioridades. A controvérsia gira em torno da natureza jurídica do benefício: se tributária, como sustentam os exportadores, ou meramente financeira, como defende a União.</p>
<p>No nosso entendimento, como o Reintegra representa um mecanismo de devolução de tributos já pagos, sua natureza é claramente tributária. Assim, a redução de alíquotas configura uma majoração indireta da carga fiscal, o que exige o respeito à anterioridade anual.</p>
<p>Diante desse cenário, recomendamos que empresas afetadas por reduções abruptas nas alíquotas do Reintegra ingressem com a medida judicial cabível o quanto antes. Isso porque o STF poderá modular os efeitos da decisão, restringindo seus benefícios apenas aos contribuintes que já tenham ajuizado ações antes do término do julgamento.</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/stf-julga-se-reducoes-no-reintegra-devem-respeitar-anterioridade-anual/">STF julga se reduções no Reintegra devem respeitar anterioridade anual</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmoreno.com.br/stf-julga-se-reducoes-no-reintegra-devem-respeitar-anterioridade-anual/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PGFN amplia uso de prejuízo fiscal na transação tributária</title>
		<link>https://cmoreno.com.br/pgfn-amplia-uso-de-prejuizo-fiscal-na-transacao-tributaria/</link>
					<comments>https://cmoreno.com.br/pgfn-amplia-uso-de-prejuizo-fiscal-na-transacao-tributaria/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cesar Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 01:49:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://kumagai.com.br/homologa-cmoreno/pgfn-amplia-uso-de-prejuizo-fiscal-na-transacao-tributaria/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) aumentou de 10% para 30% o limite de utilização de prejuízos fiscais e bases...</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/pgfn-amplia-uso-de-prejuizo-fiscal-na-transacao-tributaria/">PGFN amplia uso de prejuízo fiscal na transação tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) aumentou de 10% para 30% o limite de utilização de prejuízos fiscais e bases negativas de CSLL na quitação de dívidas, no âmbito dos três primeiros editais do Programa de Transação Integral (PTI). A mudança vale para débitos inscritos em dívida ativa que estejam relacionados a teses de relevante controvérsia jurídica e poderá ser aplicada até 30 de junho de 2025.</p>
<p>Com a alteração, o contribuinte poderá abater até 30% do valor final da dívida com prejuízo fiscal, somando-se aos demais descontos oferecidos conforme a modalidade escolhida. Em casos específicos, o desconto total pode chegar a até 75% da dívida original.</p>
<p>Do nosso ponto de vista, a ampliação do limite representa uma oportunidade relevante para empresas que acumulam prejuízos fiscais, mas que antes não conseguiam aproveitá-los de forma eficaz em transações com a Fazenda Nacional.</p>
<p>É importante ressaltar, no entanto, que ainda há restrições — como a exigência de conversão integral de depósitos judiciais em renda da União para aplicação dos benefícios — que merecem análise criteriosa antes da adesão.</p>
<p>Recomendamos que as empresas interessadas avaliem o cenário com profundidade, considerando os impactos econômicos e contábeis da adesão ao programa.</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/pgfn-amplia-uso-de-prejuizo-fiscal-na-transacao-tributaria/">PGFN amplia uso de prejuízo fiscal na transação tributária</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmoreno.com.br/pgfn-amplia-uso-de-prejuizo-fiscal-na-transacao-tributaria/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Receita exige declaração e tributação de trust no exterior constituído por offshore</title>
		<link>https://cmoreno.com.br/receita-exige-declaracao-e-tributacao-de-trust-no-exterior-constituido-por-offshore/</link>
					<comments>https://cmoreno.com.br/receita-exige-declaracao-e-tributacao-de-trust-no-exterior-constituido-por-offshore/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Cesar Moreno]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 May 2025 01:48:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Para você]]></category>
		<category><![CDATA[Rapidinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://kumagai.com.br/homologa-cmoreno/receita-exige-declaracao-e-tributacao-de-trust-no-exterior-constituido-por-offshore/</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal passou a exigir que beneficiários de trusts irrevogáveis e discricionários instituídos no exterior, ainda que criados por...</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/receita-exige-declaracao-e-tributacao-de-trust-no-exterior-constituido-por-offshore/">Receita exige declaração e tributação de trust no exterior constituído por offshore</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Receita Federal passou a exigir que beneficiários de trusts irrevogáveis e discricionários instituídos no exterior, ainda que criados por offshores, declarem os ativos e tributos no Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). Trusts irrevogáveis são estruturas patrimoniais em que o instituidor transfere bens a um administrador (trustee), renunciando ao controle direto sobre eles, e os beneficiários só têm acesso conforme regras previamente estabelecidas.</p>
<p>A Receita entende que, mesmo sem acesso atual ao patrimônio, a mera expectativa de recebimento torna a pessoa beneficiária para fins fiscais. Com base na Lei nº 14.754/2023, o órgão adota um regime de transparência fiscal, atribuindo os rendimentos e ganhos ao beneficiário desde o momento da constituição do trust.</p>
<p>No nosso entendimento, a interpretação da Receita vai além dos limites legais e pode atingir situações não contempladas pela norma, especialmente quando não há vínculo direto entre a pessoa física residente no Brasil e os ativos aportados. Recomendamos que os contribuintes que se sintam indevidamente alcançados por essa exigência avaliem a possibilidade de buscar o Poder Judiciário, a fim de preservar seus direitos.</p>
<p>O post <a href="https://cmoreno.com.br/receita-exige-declaracao-e-tributacao-de-trust-no-exterior-constituido-por-offshore/">Receita exige declaração e tributação de trust no exterior constituído por offshore</a> apareceu primeiro em <a href="https://cmoreno.com.br">C Moreno</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://cmoreno.com.br/receita-exige-declaracao-e-tributacao-de-trust-no-exterior-constituido-por-offshore/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
